Eletrosolaris em Ação

Famílias de Condominios optam por Energia Solar

Famílias de Condominios optam por Energia Solar

Energia sustentável e extremamente econômica, chegando a 95%,  a captação de energia solar por Sistema Fotovoltaico tem se tornado cada vez mais acessível com a redução nos preços dos equipamentos e a criação de linhas de crédito específicas para esse tipo de investimento. Só entre janeiro e julho de 2019, houve redução média de 8,9% no valor de sistemas fotovoltaicos, de acordo com um estudo da consultoria Grenner, e aumentaram as opções de financiamento.

Para uma residência com quatro ou cinco pessoas, o custo de instalação de placas capazes de atender à demanda de eletricidade da família fica entre R$ 15 mil a R$ 20 mil, com retorno do investimento em três a sete anos, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Numa de três pessoas, pode custar R$ 9 mil.

A queda nos preços tem sido favorecida principalmente pelo ganho de escala do setor, diz o relatório da Grenner. O número de instalações conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) aumentou 86% nos nove primeiros meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2018.

Rodolfo Meyer, executivo-chefe do Portal Solar, que reúne informações e empresas do setor, diz que o interesse do consumidor por essa alternativa para economizar na conta de luz é crescente:

— A tecnologia começa a decolar quando tem sentido financeiro.

Com a possibilidade de financiamento — disponível em bancos como Caixa, BB, Santander e Bradesco —, os painéis solares têm chegado até às classes mais populares. Segundo Meyer, a renda média mensal dos consumidores que contratam as linhas de crédito oferecidas no Portal Solar é abaixo de R$ 2 mil:

— A maior procura é pelo parcelamento em 60 vezes, sem entrada. Hoje, realizamos cerca de dois mil novos contratos por mês.

A energia gerada pelo sistema fotovoltaico que não é utilizada pode ser armazenada em baterias, mas estas ainda são caras, custando a partir de R$ 30 mil. Por isso, a opção mais utilizada no país é o lançamento da energia excedente no sistema das concessionárias, como Light e Enel.

Assim, os consumidores que geram energia solar recebem um crédito das concessionárias para ser usado em momentos em que não há incidência de luz solar, como durante a noite ou em dias nublados. Dessa forma, a família consegue pagar uma conta de luz mais baixa, normalmente apenas a tarifa mínima, que no Rio é de R$ 19,35 (sistema monofásico), R$ 32,25 (bifásico) e R$ 79,20 (trifásico).

Há, ainda, a cobrança de contribuição para iluminação pública. No município do Rio, por exemplo, residências com consumo de até 100 kWh são isentas. Para até 140 kWh, são cobrados R$ 5,51, com aumento conforme o consumo.

Fonte: https://oglobo.globo.com


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